domingo, 28 de setembro de 2008
ECOS DA MEMÓRIA (IV)
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
TESTEMUNHO (III) - PRODUTOS TRADICIONAIS, CONGRESSO COM HISTÓRIA, UM EXEMPLO E UMA AMIZADE QUE PERDURAM
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
ECOS DA MEMÓRIA (III)

Sabendo da sua ida a Cuba participar activamente num Congresso, pedi-lhe imediatamente para ser portadora de uma mensagem de amizade para Ramón que me acompanhou sempre nas minhas digressões em toda a ilha, ao que ela logo se prontificou gostosamente. Daí a mensagem de Ramón que aqui se reproduz:

À Conceição, ao oferecer-lhe o meu último livro, Autópsia a Um Departamento Científico do Estado - Livro Branco do DTIA, dediquei-o, escrevendo: «Por todas as razões terias direito a receber uma cópia desta peça shakespeareana, pois de drama se trata (uma autópsia é sempre drama). Mas acresce o facto de nesse elenco teres participado por algum tempo no papel de estagiária com um desempenho de muito bom quilate.
E até me recordo daquele aparte dela, em tom ofendido, advertindo-me que não me autorizava a tratá-la por tu, por não haver razões para tal. Respondi-lhe que continuaria a tratá-la por tu, mas, em contrapartida, pedia-lhe que me tratasse de igual para igual, pois eu exercito mais a fraternidade do que outras práticas amorfas e de catálogo que a sociedade usa sem nada dentro. E assim ficou a lição muito fácil. E a nossa fraternidade manteve-se e já conta muitos anos. Se assim não fosse teria o nosso relacionamento sido igual? Duraria para toda a vida? Fica a dúvida.» FVS
sábado, 20 de setembro de 2008
ECOS DA MEMÓRIA (II)

No dia seguinte à minha chegada a Habana, fui cumprimentar o Comandante Fidel Castro e agradecer-lhe o convite para visitar Cuba. Conversámos um bocado, dizendo-me ele que me agradecia toda a crítica que eu entendesse fazer. E que iria saber de mim diariamente através da sua secretária Annie, uma portuguesa em quem ele depositava toda a confiança. E assim todas as manhãs Annie me telefonava, conversando um pouco. Por vezes encontrava-a na embaixada de Portugal. Um desses dias alguém tirou esta foto. Da esquerda para a direita: Graça Mexia (médica), Palma Carlos (embaixador), meu contemporâneo do Liceu Passos Manuel [por isso eu ia à embaixada com alguma frequência para conversar de tempos idos e beber uma cerveja], Annie, eu e Armanda Fonseca (Presidente da Direcção da Associação de Amizade Portugal-Cuba). FVS
ECOS DA MEMÓRIA (I)

domingo, 14 de setembro de 2008
DISTRIBUIÇÃO REVOLUCIONÁRIA, EM CUBA, DE LECHERÍA TROPICAL
EDIÇÃO REVOLUCIONÁRIA, EM CUBA, DO LIVRO LECHERÍA TROPICAL


LECHERÍA TROPICAL - EDIÇÃO REVOLUCIONÁRIA, «FUZILAMENTO» E RESSUREIÇÃO DE F. VIEIRA DE SÁ
LECHERIA TROPICAL - «COSTURANDO» A EDIÇÃO
Jiquilpan - Michoacan, México, 1960/61. Maria Elvira e Fernando Vieira de Sá . Fotos coladas no exemplar do autor com a seguinte nota manuscrita:
«escrevendo o livro Lechería Tropical cujo original em português foi rasgado (por revolta) por as editoras portuguesas não o terem querido publicar... por falta de interesse do assunto, segundo justificavam. Isto num país tropicalista.»
Mas para conhecer toda a história à volta deste livro sugere-se a leitura do capítulo «Acasos - A História de Um Livro», in Fernando Vieira de Sá, Viagem ao Correr da Pena, pp. 389-403, que começa precisamente com outra nota do Autor que reza assim: «ACASOS - A HISTÓRIA DE UM LIVRO / Cujo manuscrito em língua pátria foi, pelo autor, rasgado, por o ter considerado dispensável, tal como o afirmou o director da Escola Superior de Medicina Veterinária quando o representante da editora em Portugal o foi apresentar para aquisição pela Biblioteca do estabelecimento. O Ministério do Ultramar procedeu de igual forma.»
LECHERÍA TROPICAL - A EDIÇÃO DA UTHEA, CIDADE DO MÉXICO
LECHERÍA TROPICAL - MAIS DOIS RECORTES
Anales de lactología y química agrícola, Zaragoza, 12, 1966, p.16.
AO SERVIÇO DE UMA IDEIA UNIVERSAL DE FRATERNIDADE
sábado, 13 de setembro de 2008
LECHERÍA TROPICAL - RECOLHA DE VALIOSAS EXPERIÊNCIAS
UMA VIDA EXEMPLARMENTE VIVIDA

quarta-feira, 3 de setembro de 2008
O TEMPO DAS CEREJAS
«É com grande respeito e admiração que chamo a atenção para o blogue em boa hora criado sobre a vida e as obras do dr. Fernando Vieira de Sá, chegado este ano aos 94 anos e tendo atrás de si todo um percurso científico, cívico e político digno da maior consideração. Clicando sobre a imagem de cima, pode aceder ao blogue e encomendar as obras de F. Vieira de Sá, um camarada que daqui saúdo com imensa estima.»
E não se esqueça: sempre que possa, visite «o tempo das cerejas»!